19 de agosto de 2011

Em clima de aniversário dos 60 anos do Miss Universo


Armi Kuusela, MU 1952

Sessenta anos depois de sua primeira edição, o Miss Universo finalmente chega ao Brasil, terceira nação sul-americana a sediar o concurso. A escolha para o local do evento - que será realizado no dia 12 de setembro no Credicard Hall, em São Paulo - se deu após acirrada disputa entre 18 países, na qual o Brasil superou fortes concorrentes como África do Sul e EUA.

Ucrânia e USA, favoritas ao título de Miss Universo 2011
Apesar de hoje a organização do concurso demonstrar grande diversidade de suas sedes, o Miss Universo nem sempre foi assim. Até 1971, quando ocorreu a 20ª edição, a disputa não deixou sequer uma vez o território norte-americano. Foram oito edições consecutivas realizadas em Long Beach, Califórnia, e 12 em Miami Beach, Flórida.

Foi somente em 1972 que a competição atravessou as fronteiras do país onde nasceu, chegando à cidade de Dorado, em Porto Rico, e abrindo as portas para chegar ao México, Grécia, Panamá, Cingapura, Taiwan, Tailândia, Filipinas, Namíbia, Trinidad e Tobago, Austrália, República Dominicana, El Salvador, Coréia do Sul, Chipre, Bahamas e Vietnã. Na América do Sul, Peru e Equador sediaram o concurso de beleza nos anos de 1982 e 2004, respectivamente.
Ieda Vargas, primeira Miss Brasil eleita Miss Universo e Marta Rocha, vice-Miss Universo 1954
Ainda assim, mesmo com o início do revezamento há quase quatro décadas, nenhum país sediou o evento em mais oportunidades do que os EUA. Foram dez edições realizadas no país nos últimos 40 anos, o equivalente a 25% dos concursos ocorridos no período. O número é mais de três vezes superior à quantidade de ocasiões em que os segundos colocados nesse quesito o fizeram - México e Porto Rico organizaram três edições da disputa cada.

É dos EUA também o título de nação que mais elegeu misses. Foram sete, superando a vice do ranking, a Venezuela (6), e Porto Rico (5). A Suécia, quarta colocada, teve três campeãs, entre elas, a vencedora da primeira edição do concurso, Armi Kuusela, em 1952.
Ieda Vargas, Miss Universo 1963 e Marta Vasconcelos, Miss Universo 1968
Agora, caberá ao Brasil, que já conquistou a honraria de sediar a Copa do Mundo de 2014 e os Jogos Olímpicos de 2016, o papel de mostrar ao mundo quem é a mulher mais bela do planeta. E, quem sabe, o País volte a eleger mais uma Miss Universo, fato concretizado em apenas duas ocasiões: em 1963, com Ieda Maria Vargas, e em 1968, com Martha Vasconcellos.

Seja qual for a nacionalidade da vencedora, a coroa será entregue pela atual dona do posto, a mexicana Ximena Navarrete.

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